Sim, ordinária ingenuidade!
Nenhuma arma é fortaleza,
e nenhuma reza é limpeza
para esta servil plasticidade.
Rasgai teus versos e verbos,
tomai teu sangue em notas
que as lutas são bancarrotas
dos perjúrios cegos e soberbos.
E vingai tua febril imagem,
do tempo que nunca existiu,
e para onde não há passagem,
pois é hora, e o dia sucumbiu...
é hora, e a noite segue viagem
costurando-se a um novo frio.
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