Interrompendo o caos da impossibilidade, perguntas se há um fim e um meio nos destroços daquela atrocidade. Ela sorri para o nada, e se perde no azul espiral que se confunde com a calçada. Parecia perdido, o palhaço sorria atrás da cortina fechada e o trânsito de corpos era "só" mais uma palhaçada. Ninguém percebia o teto de gesso, e a madeira ranger no fundo do poço. As paredes sempre estiveram quebradas e isso era só o que importava para quem não tinha nada além de paredes imperfeitas no castelo dos sonhos. Quem viu esse castelo? Ninguém viu, mas dizem que há pedaços dele sendo destruídos por ai.
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